O que Anitta, Amazon e Netflix tem em comum?

Dentro dessa crise mundial, muitas empresas estão tendo que fechar as portas por se verem sem alternativas de um retorno monetário, já que seus públicos ficaram, do dia para a noite, fechados dentro de casa.

Amazon

A Amazon durante a pandemia encontrou um caminho de crescimento e de crise ao mesmo tempo. 

Não entendeu? Tudo bem, nós explicamos.

A empresa está no topo da nossa lista por um motivo: o enorme crescimento em suas plataformas digitais e sua loja online. 

Por conta desse cenário, o investimento e as ações em empresas digitais aumentaram o preço e esse foi o caso da Amazon. 

Fez com que o CEO, Jeff Bezos (também conhecido como a pessoa mais rico do mundo. Sutil não?), aumentasse seu patrimônio líquido em US$ 23,6 bilhões esse ano, segundo a Bloomberg. Sendo um dos poucos bilionários que tiveram crescimento por conta da pandemia. 

Mas esse aumento não surgiu do nada: com as pessoas presas dentro de casa, as compras online aumentaram, principalmente na compra de produtos essenciais. 

E esse ponto foi colocado como meta de modificação da empresa: alterando seu modo de funcionamento para se adequar à pandemia. 

Uma jogada genial, que melhorou os lucros da empresa, mas afetou uma parte muito importante: a segurança dos funcionários

E aí entramos na parte da crise.

A Amazon teve que gastar US$ 4 bilhões para proteção contra a disseminação do COVID-19 em seus funcionários. 

Mas não foi o suficiente.

Muitas franquias tiveram de fechar as portas por conta do risco e mesmo com as medidas de segurança, os funcionários afirmaram ser impossível trabalhar com pouca gente (ou com pouco espaço) com uma demanda daquelas.

Sabe-se que um funcionário da Amazon USA morreu com a doença, e não há mais informação sobre como a disseminação afetou os funcionários.

Uma importante conclusão para esse case: por mais que um negócio online aumente o lucro durante a crise, deve-se lembrar que estamos em meio a uma pandemia e a segurança de todos vem em primeiro lugar. 

Porque no final, a empresa não sobrevive sem seus funcionários.

PayPal

Por mais que as pessoas deixassem de gastar o que gastavam antes com a liberdade de ir e vir, o PayPal foi um dos bancos digitais que teve um grande aumento, tanto nas ações quanto no número de clientes.

Isso aconteceu graças a facilidade que bancos digitais nos proporcionam ao fazer qualquer tipo de compra ou transferência, mas havia ainda muita gente que não tinha noção dessa maravilha. 

Mas antes nem tudo eram flores.

Graças a falta de confiança no campo do consumo online e na queda de consumo no geral, nos primeiros 3 meses de pandemia, a empresa sofreu uma perda de lucro em US$ 84 milhões.

Porém, com o tempo passando e a pandemia não, o tempo em casa se tornou hábito e as compras em lojas digitas começaram a crescer. 

O público que antes não conhecia ou não confiava em empresas como o PayPal finalmente deram chance ao dinheiro digital. 

Assim a mágica aconteceu.

A empresa ganhou US$ 65,4 bilhões, atingindo o valor mais alto em ações e registrou 7,4 milhões de novos usuários. 

Relembrando a paciência necessária para lidar com um negócio online, que no fim mostra sua facilidade, praticidade e agilidade de quem consome.

Por isso: paciência e foco é tudo no mundo empresarial online.

Zoom

A empresa mais inesperada para aumentar drasticamente seus lucros durante a quarentena foi o Zoom.

Inesperada só no começo, né.

Com o fechamento repentino no meio do semestre, escolas e empresas tiveram que encontrar uma solução rápida para as reuniões e aulas, e daí veio o crescimento de todas as plataformas de videoconferência. 

A empresa agora lidera o campo, com mais de 131 milhões de downloads desde abril, tendo um crescimento 60 vezes maior que ano passado, segundo a Sensor Tower.

E teve um lucro de US$ 122 milhões, dobrando o que alcançou no ano passado, graças a todos os usuários que assinaram sua versão premium.

Como esse crescimento em videoconferência veio para ficar? 

Várias empresas e empreendedores estão fazendo pesquisas para dividir a carga de trabalho entre presencial e online, quando a pandemia acabar. E por conta dessa mudança, plataformas como o Zoom serão cada vez mais necessárias no mercado de trabalho.

Netflix

Como era de se esperar.

Com o confinamento, todo mundo se viu ávido por entretenimento. E com isso, plataformas como a Netflix ganharam destaque. 

A empresa teve 16 milhões de novos clientes no início da pandemia, entre janeiro e abril.

Mas por outro lado, a Netflix viu um grande inimigo se aproximando do seu sucesso em streaming:

A Disney.

Com 55 milhões de assinantes, em uma plataforma aberta em novembro, a Disney alcançou, com a consequência da pandemia, um número de inscritos que a Netflix demorou 5 anos para ter.

A crise

Sim, mesmo com o número de inscritos em ambas plataformas streaming aumentando drasticamente, elas tiveram um problema parecido com o da Amazon:

O confinamento fez com que os funcionários parassem, incluindo o das gravações de filmes e series e com isso, atraso no planejamento e no lançamento de muitas novidades para uma data indefinida. 

Empresas como a Netflix e a Disney mostram a valorização em empresas online voltadas para arte e entretenimento de qualidade (as vezes né Netflix). 

Conteúdos educativos são ótimos, mas quando bem combinados ao entretenimento é o ideal para os dias atuais – principalmente com exorbitantes montanhas de informações ruins que recebemos diariamente.

Anitta

Não podíamos deixar de lado o mundo dos influenciadores.

Mesmo com muitas polêmicas envolvendo a cantora, Anitta conseguiu recuperar sua reputação durante a pandemia. 

E o processo foi simples: lives.

Muitos artistas começaram a fazer lives ao invés de shows, mas a cantora pensou diferente. 

Ela criou um modo de limpar algumas de suas polêmicas através de entrevistas. Com o objetivo de fazer aulas para o público.

Conteúdo lúdico-educativo, lembra?

A primeira foi a live com a jornalista política Gabriela Priori, que através de um diálogo simples, ensinaram ao público, o básico de direito e política. 

Com a finalidade de entender o conturbado cenário que o país apresenta. 

Dessa forma a cantora serviu de mediadora entre as perguntas do público e a “educadora” Priori.

E para explicar o porquê da aula, Anitta ressaltou a pressão que o público a colocava para tomar um partido na questão da política brasileira e justificou que nunca tomou nenhuma ação, pois não entendia nada de política. Relembrando a precariedade no ensino brasileiro na questão do direito.

Com isso, as aulas por lives começaram.

Variando de política a culinária, a cantora aumentou o engajamento com os fãs e colocou conteúdo de qualidade voltado para a educação. Permitindo um entretenimento lúdico aos seguidores.

Com o sucesso de seu conteúdo, o canal Multishow não perdeu tempo e patrocinou a ideia, colocando suas lives ao ar na TV com o programa “Anitta dentro da casinha”. 

Contando com a participação de celebridades convidadas como Katy Perry, Pabllo Vittar e Babu Santana (ex-BBB).

Com sua nova postura, Anitta mostra o quanto, em momentos de crise mundial, a junção entre:

  • Redes sociais
  • Engajamento com o público
  • Conteúdo lúdico-educativo de qualidade

Fazem para uma boa repercussão na reputação, contando com crescimento de público ativo.

O seu sucesso depende de você, mas isso não significa que tem que ser sozinho.

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